domingo, 10 de agosto de 2008

A árvore do outono...

Era uma vez um bosque, ele fica localizado em algum lugar do mundo, o mais impresionante desse bosque é que suas alamedas repletas de arvores, são super diferentes, la as arvores são únicas e cada uma tem a forma que quer, passenando entre os caminhos sempre aquela arvore me chama atenção, chamo ela de Árvore do Outono, porque toda vez que eu via ela, que eu estava de frente é assim que eu a enxergo, e o impresionante é que ela conseguia ter uma localidade privilegiada na bosque porque se podia ver quase em todos os angulos, e lembro muito bem de como ela é. Vou descrever: A arvore era de médio porte, suas ramificações eram várias, não existia muistas folhas e poucos frutos, mas existiam muitos galhos, tinha galhos de todos os tipos, cada galho era complicado de se detalhar, mas uma coisa eu sabia, eles eram inacabados, parecia que ela não tinha força, ou audácia de tentar termina-los de alguma maneira, existiam tambem aqueles galhos quebrados, alguns por efeito do tempo, outros por efeito próprio ou até mesmo provacados por alguém. Apesar de sempre ela me chamar a atenção eu tentava sempre afastar, mas como era vista de varios lados era inevitável, quando a olhava eu também a enxergava por dentro, parecia que seu coração era de pedra, em estar preso drento daquele tronco sem conseguir respirar, imagino eu como aquelas raízes estavam presas, concerteza estava diminuindo o espaço do chão e se entrelaçando até se formarem nós.
Vendo que eu não tinha outra forma de se não vela o tempo inteiro, resolvi botar um ponto final naquele sofrimento e mostrar pra ela que pode ser diferente. Passei a ajuda-la, a rega-la a dar carinho, a se ver de uma forma totalmente diferente, ao longo dos minutos que se passaram eu pensei que ia demorar para ela melhorar seu aspecto assim como foi o tempo que ela viveu dessa maneira, percebi que a cada instante que eu a ajudava ela a respirar vi que seu galhos quebrados estavam sendo subistituidos por galhos fortes renováveis, os que eram inacabados começa a ter acabamento, as folhas que eram meia amareladas começaram a ter cor de esperança e os frutos esses sim ficaram saborosos, as raizez se desfizeram dos nós e começaram a procurar novos caminhos incertos, caminhos novos de aprendizado, percebi então que a Árvore sou eu, os angulos são os espelhos e o bosque é a vida.

sábado, 2 de agosto de 2008

A Loucura é.....

Agora eu sei o que muita gente tentava me explicar e eu não entendia, para entender realmente é vivendo, e estar ber, ser cumplice, se sincero e é estar feliz, a loucura é muito frágil, apesar de ser intensa e não tem explicação,mas vou tentar definila, é como se fosse um laço que se vc não cuidar vira nó, ou um balão que se cai no chão estoura. As Duas formas citadas podemos ver que é loucura é vista de varios angulos, pois o que e bonito e frágil pra um, pode ser o posto pra outro.

Por isso que digo, quem vive de internet e televisão, não tem história pra contar, e essa loucura meus amigos vos digo é Paixão!!!

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Ta na pele...

Nunca é tarde para rever os pensamentos, numa quarta sem brilho, pude notar que o brilho viria somente se você quer, isso mesmo, nada impede ser feliz, basta querer, então ai o fiz, não andei mais pelas mesmas ruelas, não vizitei os mesmo lugares e as mesmas pessoas, mas é claro que as poucas e boas eu não abro mão, então eu resolvi, parado não vou mais ficar, resolvi colorir o brilho que estava ofuscado com os ponteiros do relógio que incansávelmente andava devagar. Coloquei mais azul onde se tinha o cinza, o amarelo clareou o branco e o vermelho apagava a cor do luto...

Ele chegou de maneira, inesperada, de maneira você menos espera, como aqueles ditados sabe? "o tira sai da onde agente menos espera" ou em controvérsia de alguns como " uma maçã podre empodrece o resto", mas uma coisa eu posso afirmar, nunca desistirei, sabe porque?

Ta na pele...

quarta-feira, 11 de junho de 2008

O Trocador...

Sim o trocador, como diz a minha irmã, na real eu sempre digo cobrador... quando ela ler isso aqui ela vai dizer: "que coisa de podre, ou podrense", não é a toa que tinhamos um dentro de sala que dava nojo né? kkkkk....

bom vamos ao ocorrido, com os meus horários de faculdade completamente destornados e aleatórios esse semestre, fica difícil eu dizer qual horário exato eu fico pegando o latão pra ir aprender alguma coisa... Ja peguei onibus com ele varias vezes e sempre acho ele interessante, não é bonito nem nada... aparenta tem 28 anos... olhar sedutor, eu olho sempre pra ele sempre imaginando muitas coisas, acho que precebeu já, só sei que agora vou fazer o possível pra pegar o latão no horário que ele trabalha...

p.s: acabei de voltar de uma prova muito fudida e sem idéias pra escrever alguma coisa boa... só que hj queria homenagiar ele, então ele mereceu o post... mas ele não sabe que é lembrado por mim... aff!!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

O tempo não para...

Há exatos sete meses minha vida começou a entrar numa panela de pressão, novas descobertas incertezas e principalmente coragem, ingrediente que faltava no meu mundo. Sim de acreditar mais em mim e ver que eu sou capaz. Larguei muita coisa com essa coragem, minha cabeça era rodilhada de varios pensamentos meus e opiniões alheias, vendo isso só tomei a certeza de que se eu não decidir eu não sairia do lugar, com isso fui atras de terapia.

Assim descobri que não posso ter a pretenção de todas as pessoas que eu gosto, que essas gostem de mim, e muito menos de achar que eu faço falta na vida delas o tanto que elas fazem na minha.

O que me conforta, é saber que em algum momento eu fui insubstituível, que nada que eu fiz, foi em vão, e que tudo valeu muito a pena...

Sete meses depois, aprendi a me aceitar mais, a escutar mais e conhecer mais as pessoas, valeu muito... to feliz... e como dia o velho poeta: " Ideologia quera uma pra viver...", a minha é me aceitar cada vez mais...

7 meses de amadurecimento, agora cada segundo é único e principalmente inesquecível!!!

domingo, 27 de abril de 2008

Certa vez conversando com uma Sábia amiga e percebi que não adianta nada eu ficar pensando, ou tentar ser ao menos parecido com certas pessoas.
Aquele tipo de pessoa, aquele tipo de “ser”, aqueles jeitos de agir são qualidade deles. Não adianta nada eu valorizar as qualidades deles se eu não valorizar as minhas.
Penso que as vezes a maioria dessas pessoas queriam ser igual a mim, ter a vida alegre que eu tenho, ter amigos como os meus, uma forma de viver como a minha.
Posso dizer que não tenho tudo que quero, mas amo tudo que tenho, pois assim como ‘Josés’ só existem eles, Wise Boy só existe eu... Boa semaninha.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Segunda de Carnaval...

Era 10 da noite, e ele já estava decidido, ia fazer tudo diferente, correu mais uma vez até a sua janela e viu que o céu continuava coberto de estrelas, colocou na cabeça que essa segunda ia ser nova, em relação a tantas outras segundas monótonas, foi até seu guarda roupa e escolheu uma das quais ele mais gostava, colocou um tênis confortável, uma bermuda marrom e uma camiseta bege. Então ele disse pra si mesmo “Vai lá”.

Ao fechar sua porta ele desceu a sua ladeira, e olhou pra traz e viu o quanto onde ele morava era ótimo, foi até o ponto mais próximo pra pegar a condução, o ônibus não passava, mas ele estava determinado ia de qualquer jeito, pegou o primeiro que passou. Essa era a primeira vez que ele olhava tudo diferente olhava tudo com um significado, passou o túnel e chegou no terminal de integração, isto já eram 11 e meia.

E assim ele continuou indo, atravessou a avenida e chegou no mercado público, o agito das marchinhas soava nos ouvidos dele, logo a frente avistou um grupo de pessoas que cantava “você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não”, o grupo chamou ele, mas ele não estava ali naquela noite pra isso, queria aproveitar sim mas não daquela maneira.

Saiu em direção a Alfândega ali nada o agradava, seguiu em direção a praça XV, lá ele sabia que durante o carnaval era um point legal para se divertir. Em volta da praça rola um dos mais tradicionais bailes da cidade, ali ele estava na esperança de encontrar os seus amigos, deu uma volta, duas e três. Foi em vão, por mais que ele podia encontrar algum conhecido, já sabia que não ia encontrar os amigos que ele queria.

E assim foi, não queria ser mais um na multidão, decidiu então ir até o alto da catedral para ver se avistava alguém, ficou lá durante um tempo. Por volta das 3 da manhã ele já decidido a ir embora lembrou que tinha baile na Tancredo Neves, foi até lá pois queria fazer tudo diferente do que já havia feito, apesar de só.

Chegando lá ele encontrou gente de todos os tipos, ali era o mundo dele coisa que ele se arrependeu de não ter feito antes, mas ele era tímido por mais que uma troca de olhares ele nunca ia chegar em ninguém, quando de repente um cara de bermuda jeans e regata verde se apresenta como Rodrigo. Rodrigo era o estilo dele, cabeça raspada sorriso bonito e simpático, ele deixou a timidez de lado e começaram a conversar.

Lá por volta das 4h e muita conversa, eles decidiram ir para um lugar mais reservado e caminharam em direção a Hercílio Luz, por lá estava tudo deserto e foi no paredão da antiga Faed que aconteceu o primeiro beijo, num estante ele olha para o céu e avista a janela de um querido amigo. Então Rodrigo e ele foram pra frente da Faed, lá estava ainda mais tranqüilo ali as coisas esquentaram de vez, Rodrigo querendo tudo, mas ele, ele não queria que fosse assim, Rodrigo o largou e desceu o paredão da Faed.

Ele ficou ali por alguns minutos, meio que desiludido mais estava firme, seguiu outro rumo cruzou o museu Victor Meireles e avistou o agito na praça XV novamente. Quando chegou para atravessar a multidão parecia sena de cinema, ele nada se ouvia, só aquele agito mudo de fundo, passando pelo meio, olhou a figueira e viu que ela reluzia um verde, verde que era o mesmo que ele tinha nos braços a alguns estantes atras.

Após atravessar o outro lado da rua ele seguiu pela Felipe Schimdt, ali o barulho ele ouvia, e cada vez mais que andava o barulho carnavalesco ele ouvia menos, chegando próximo as Lojas Americanas numa dada praça ele viu casais se amando, coisa que ele não fazia a muito tempo, e continuou a andar, a cada passo que dava ele percebia cada detalhe até mesmo as 5 da madrugada o dia começando a clarear, mesmo assim o úmido do sereno estava ali presente.

E assim chegou até a cabeceira da ponte, lugar que queria conhecer, que nunca teve tempo. E o acaso o levou até ali, ali apesar de claro, ele ainda avistava o mesmo céu estrelado, então ele quis ousar, queria fazer tudo que não tinha feito, subiu no corrimão e começou a brincar, lembrou de tudo que fez na vida, da maneira que queria ser e nunca tentou, dos amores perdidos, das frases não ditas, das amizades desfeitas, tudo isso ele lembrou numa segunda de carnaval, um aperto no peito, um corre-mão molhado do sereno e um destino incerto....