quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O Choro da Rosa...

Ainda me recordo da rosa em lágrimas, me recordo de tudo que foi sentido, de tudo que foi vivido naquele lugar, todo aprendizado, a amizade, as risadas, as brincadeiras, e num dia a rosa chorou, naquele memonte veio mais uma confirmação de seu perfume, é tulipas não choram, pelo menos achava que tulipas não choravam, mas chorou e num perfume também sentido. Lá no meio de ervas daninhas, tinham os capins chatos que não colaboravam com nada, a Orquidea chefe permanece soberana e uma amiga violeta se dispede esse ano.
O Cravo permanece sem direção, até que começou a achar seu caminho, as vezes parece incerto, as vezes certo, o que ele sabe é que o jardim só virá borboletasse ele estiver aberto pra elas, e esse perfume o cravo terá que descobrir sozinho... A rosa chora, A tulipa chora, o Cravo chora, mas seus perfumes se unem... e continuam a sorrir... a sorrir em outros jardins.

domingo, 5 de outubro de 2008

As coisas pequenas...

Hoje é domingo, dia de votação. Domingo pra mim é o pior dia da semana, o tempo não passa e você se sente inútil, o jeito é escrever do cotidiano que pode sair coisa útil, coisa da alma, coisa grande...
Reparo ao meu redor e vejo como a minha vida é boa pq eu tenho tudo grande, tudo grande pq eu olho assim, sinto assim e penso assim, talvez um tombo grande não seja tão impactuante como os tombos pequenos, aqueles que acumulam do dia-a-dia.
As coisas pequenas, da maneira que são sentida, podem derrubar um castelo e assim que o meu coração se sente, amargurado e sensível, pode ser tolo mas o simples fato de as pessoas duvidarem da informação que tu passa é triste, da a impressão de que você é inútil... porem tenho utilidade pra muitas coisas, mesmo que seja improvável acredite nas pessoas, eu acredito, mas deixa pra lá, cada um é cada um... Eu por todos, todos por nenhum!! Beijo, Beijo.

Wise-Boy

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

O que dizer das acumulações diárias, ângulos e mais ângulos indecifráveis, só sei que nada sei, só sei que a vida é bela, e o acaso é o que há...

domingo, 10 de agosto de 2008

A árvore do outono...

Era uma vez um bosque, ele fica localizado em algum lugar do mundo, o mais impresionante desse bosque é que suas alamedas repletas de arvores, são super diferentes, la as arvores são únicas e cada uma tem a forma que quer, passenando entre os caminhos sempre aquela arvore me chama atenção, chamo ela de Árvore do Outono, porque toda vez que eu via ela, que eu estava de frente é assim que eu a enxergo, e o impresionante é que ela conseguia ter uma localidade privilegiada na bosque porque se podia ver quase em todos os angulos, e lembro muito bem de como ela é. Vou descrever: A arvore era de médio porte, suas ramificações eram várias, não existia muistas folhas e poucos frutos, mas existiam muitos galhos, tinha galhos de todos os tipos, cada galho era complicado de se detalhar, mas uma coisa eu sabia, eles eram inacabados, parecia que ela não tinha força, ou audácia de tentar termina-los de alguma maneira, existiam tambem aqueles galhos quebrados, alguns por efeito do tempo, outros por efeito próprio ou até mesmo provacados por alguém. Apesar de sempre ela me chamar a atenção eu tentava sempre afastar, mas como era vista de varios lados era inevitável, quando a olhava eu também a enxergava por dentro, parecia que seu coração era de pedra, em estar preso drento daquele tronco sem conseguir respirar, imagino eu como aquelas raízes estavam presas, concerteza estava diminuindo o espaço do chão e se entrelaçando até se formarem nós.
Vendo que eu não tinha outra forma de se não vela o tempo inteiro, resolvi botar um ponto final naquele sofrimento e mostrar pra ela que pode ser diferente. Passei a ajuda-la, a rega-la a dar carinho, a se ver de uma forma totalmente diferente, ao longo dos minutos que se passaram eu pensei que ia demorar para ela melhorar seu aspecto assim como foi o tempo que ela viveu dessa maneira, percebi que a cada instante que eu a ajudava ela a respirar vi que seu galhos quebrados estavam sendo subistituidos por galhos fortes renováveis, os que eram inacabados começa a ter acabamento, as folhas que eram meia amareladas começaram a ter cor de esperança e os frutos esses sim ficaram saborosos, as raizez se desfizeram dos nós e começaram a procurar novos caminhos incertos, caminhos novos de aprendizado, percebi então que a Árvore sou eu, os angulos são os espelhos e o bosque é a vida.

sábado, 2 de agosto de 2008

A Loucura é.....

Agora eu sei o que muita gente tentava me explicar e eu não entendia, para entender realmente é vivendo, e estar ber, ser cumplice, se sincero e é estar feliz, a loucura é muito frágil, apesar de ser intensa e não tem explicação,mas vou tentar definila, é como se fosse um laço que se vc não cuidar vira nó, ou um balão que se cai no chão estoura. As Duas formas citadas podemos ver que é loucura é vista de varios angulos, pois o que e bonito e frágil pra um, pode ser o posto pra outro.

Por isso que digo, quem vive de internet e televisão, não tem história pra contar, e essa loucura meus amigos vos digo é Paixão!!!

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Ta na pele...

Nunca é tarde para rever os pensamentos, numa quarta sem brilho, pude notar que o brilho viria somente se você quer, isso mesmo, nada impede ser feliz, basta querer, então ai o fiz, não andei mais pelas mesmas ruelas, não vizitei os mesmo lugares e as mesmas pessoas, mas é claro que as poucas e boas eu não abro mão, então eu resolvi, parado não vou mais ficar, resolvi colorir o brilho que estava ofuscado com os ponteiros do relógio que incansávelmente andava devagar. Coloquei mais azul onde se tinha o cinza, o amarelo clareou o branco e o vermelho apagava a cor do luto...

Ele chegou de maneira, inesperada, de maneira você menos espera, como aqueles ditados sabe? "o tira sai da onde agente menos espera" ou em controvérsia de alguns como " uma maçã podre empodrece o resto", mas uma coisa eu posso afirmar, nunca desistirei, sabe porque?

Ta na pele...

quarta-feira, 11 de junho de 2008

O Trocador...

Sim o trocador, como diz a minha irmã, na real eu sempre digo cobrador... quando ela ler isso aqui ela vai dizer: "que coisa de podre, ou podrense", não é a toa que tinhamos um dentro de sala que dava nojo né? kkkkk....

bom vamos ao ocorrido, com os meus horários de faculdade completamente destornados e aleatórios esse semestre, fica difícil eu dizer qual horário exato eu fico pegando o latão pra ir aprender alguma coisa... Ja peguei onibus com ele varias vezes e sempre acho ele interessante, não é bonito nem nada... aparenta tem 28 anos... olhar sedutor, eu olho sempre pra ele sempre imaginando muitas coisas, acho que precebeu já, só sei que agora vou fazer o possível pra pegar o latão no horário que ele trabalha...

p.s: acabei de voltar de uma prova muito fudida e sem idéias pra escrever alguma coisa boa... só que hj queria homenagiar ele, então ele mereceu o post... mas ele não sabe que é lembrado por mim... aff!!