quinta-feira, 8 de maio de 2008
O tempo não para...
Assim descobri que não posso ter a pretenção de todas as pessoas que eu gosto, que essas gostem de mim, e muito menos de achar que eu faço falta na vida delas o tanto que elas fazem na minha.
O que me conforta, é saber que em algum momento eu fui insubstituível, que nada que eu fiz, foi em vão, e que tudo valeu muito a pena...
Sete meses depois, aprendi a me aceitar mais, a escutar mais e conhecer mais as pessoas, valeu muito... to feliz... e como dia o velho poeta: " Ideologia quera uma pra viver...", a minha é me aceitar cada vez mais...
7 meses de amadurecimento, agora cada segundo é único e principalmente inesquecível!!!
domingo, 27 de abril de 2008
Aquele tipo de pessoa, aquele tipo de “ser”, aqueles jeitos de agir são qualidade deles. Não adianta nada eu valorizar as qualidades deles se eu não valorizar as minhas.
Penso que as vezes a maioria dessas pessoas queriam ser igual a mim, ter a vida alegre que eu tenho, ter amigos como os meus, uma forma de viver como a minha.
Posso dizer que não tenho tudo que quero, mas amo tudo que tenho, pois assim como ‘Josés’ só existem eles, Wise Boy só existe eu... Boa semaninha.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Segunda de Carnaval...
Ao fechar sua porta ele desceu a sua ladeira, e olhou pra traz e viu o quanto onde ele morava era ótimo, foi até o ponto mais próximo pra pegar a condução, o ônibus não passava, mas ele estava determinado ia de qualquer jeito, pegou o primeiro que passou. Essa era a primeira vez que ele olhava tudo diferente olhava tudo com um significado, passou o túnel e chegou no terminal de integração, isto já eram 11 e meia.
E assim ele continuou indo, atravessou a avenida e chegou no mercado público, o agito das marchinhas soava nos ouvidos dele, logo a frente avistou um grupo de pessoas que cantava “você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não”, o grupo chamou ele, mas ele não estava ali naquela noite pra isso, queria aproveitar sim mas não daquela maneira.
Saiu em direção a Alfândega ali nada o agradava, seguiu em direção a praça XV, lá ele sabia que durante o carnaval era um point legal para se divertir. Em volta da praça rola um dos mais tradicionais bailes da cidade, ali ele estava na esperança de encontrar os seus amigos, deu uma volta, duas e três. Foi em vão, por mais que ele podia encontrar algum conhecido, já sabia que não ia encontrar os amigos que ele queria.
E assim foi, não queria ser mais um na multidão, decidiu então ir até o alto da catedral para ver se avistava alguém, ficou lá durante um tempo. Por volta das 3 da manhã ele já decidido a ir embora lembrou que tinha baile na Tancredo Neves, foi até lá pois queria fazer tudo diferente do que já havia feito, apesar de só.
Chegando lá ele encontrou gente de todos os tipos, ali era o mundo dele coisa que ele se arrependeu de não ter feito antes, mas ele era tímido por mais que uma troca de olhares ele nunca ia chegar em ninguém, quando de repente um cara de bermuda jeans e regata verde se apresenta como Rodrigo. Rodrigo era o estilo dele, cabeça raspada sorriso bonito e simpático, ele deixou a timidez de lado e começaram a conversar.
Lá por volta das 4h e muita conversa, eles decidiram ir para um lugar mais reservado e caminharam em direção a Hercílio Luz, por lá estava tudo deserto e foi no paredão da antiga Faed que aconteceu o primeiro beijo, num estante ele olha para o céu e avista a janela de um querido amigo. Então Rodrigo e ele foram pra frente da Faed, lá estava ainda mais tranqüilo ali as coisas esquentaram de vez, Rodrigo querendo tudo, mas ele, ele não queria que fosse assim, Rodrigo o largou e desceu o paredão da Faed.
Ele ficou ali por alguns minutos, meio que desiludido mais estava firme, seguiu outro rumo cruzou o museu Victor Meireles e avistou o agito na praça XV novamente. Quando chegou para atravessar a multidão parecia sena de cinema, ele nada se ouvia, só aquele agito mudo de fundo, passando pelo meio, olhou a figueira e viu que ela reluzia um verde, verde que era o mesmo que ele tinha nos braços a alguns estantes atras.
Após atravessar o outro lado da rua ele seguiu pela Felipe Schimdt, ali o barulho ele ouvia, e cada vez mais que andava o barulho carnavalesco ele ouvia menos, chegando próximo as Lojas Americanas numa dada praça ele viu casais se amando, coisa que ele não fazia a muito tempo, e continuou a andar, a cada passo que dava ele percebia cada detalhe até mesmo as 5 da madrugada o dia começando a clarear, mesmo assim o úmido do sereno estava ali presente.
E assim chegou até a cabeceira da ponte, lugar que queria conhecer, que nunca teve tempo. E o acaso o levou até ali, ali apesar de claro, ele ainda avistava o mesmo céu estrelado, então ele quis ousar, queria fazer tudo que não tinha feito, subiu no corrimão e começou a brincar, lembrou de tudo que fez na vida, da maneira que queria ser e nunca tentou, dos amores perdidos, das frases não ditas, das amizades desfeitas, tudo isso ele lembrou numa segunda de carnaval, um aperto no peito, um corre-mão molhado do sereno e um destino incerto....
sexta-feira, 21 de março de 2008
Garrafa de Água...
Então o professor chegou e vi que realmente o que as pessoas tinham falado era verdade, mesmo assim fiquei lá, ele dando indiretas para quem não estava matriculado. rs, mesmo assim não fiquei puto e continuei la assistindo o que ele falava sem eu não entender nada.
Ao longo de 30 minutos intermináveis algo me chama atenção, ela tava lá parada intacta e pra mim ela era a peça mais importante daquela sala, a garrafa de água lá em cima da mesa dele, fazendo de suporte e segurando alguns papéis que cairiam com o vento se não estivesse ela ali segurando. Tantas pessoas dentro daquela sala, e ninguem a reparava, ninguem ai pra ela, muitos fora daquela sala, estariam implorando para tela, tanta gente sem ela, e com isso me pergunto. porque o mundo é injusto? Tanta gente desnutrida passando fome, querendo ter o que comer e beber, e dentro daquela sala um amontuado de pessoas, querendo saber quem era o melhor, que tem o tênis da hora, o brinco que é da moda e por ai vai as futilidades, não posso deixar de falar que la dentro daquela sala talvez tenha gente que pensa como eu, mas posso dizer que naquele momento aquela garrafa de água estava gritando e só eu para ouvi-la...
Dicionário:
Coragem: 1. Força ou energia moral 2. Intrepidez, Ousadia.
Sempre aleatóriamente sai as palavras exatas, o povo tem que ter coragem, agir e não falar, fazer e não comentar... essa semana ta cheia de acontecimentos...
Morreu gente que não deveria, surpreendi gente que devia e conheci no meio de receitas e despesas uma pessoa meiga...
domingo, 9 de março de 2008
A senhora da Janela...

sexta-feira, 7 de março de 2008
Tudo sobre a minha irmã...

terça-feira, 4 de março de 2008
Ontem Desabei

Ontem, foi um dia que eu quero esquecer, deu tudo errado, as coisas não sairam como eu planejava, mas isso não impede em nada que eu não possa, mudar, se eu ficar parado e lamentando esse distino ai sim vou ser um nada, não sou um vegetal que só a ali para as pessoas olarem é dizer "olha que arvore boa", tenho que achar a minha estrada, ultimamente só encontro caminhos errados e incertos, mas isso vai mudar...
Ontem fui negado 3 vezes, minhas matérias não foram aceitas, mas hoje é mais um dia, é um dia novo e só de raiva mais alegre vou ficar, vou dar bom dia com mais alegria, vou fazer as coisas com mais paixão e principalmente vou olhar mais pra mim de que eu nunca olhava.
Muitos querem me derrubar, eu não entendo, não faço mal a ninguem, e apesar desses que me querem assim, eu vou continuar lutando, porque eu vim pra esse mundo, não pra ser mais um, porque de 'uns' o mundo ta cheio, sabe porque? porque Hoje é um novo dia e esse dia eu vou ser Eu, e Ele Chegou....